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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Em Sorocaba, serviço funerário é alvo de investigação de vereadores

Há mais de quinze anos apenas duas empresas exploram o serviço funerário de Sorocaba. Agora os vereadores da cidade criaram uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar como funciona o serviços funerário na cidade. O relato de uma pessoa que precisou do serviço gratuito, previsto em lei, e não conseguiu, gerou a CPI. Pelo levantamento da prestação de contas da empresa Ossel, já feito, a Câmara de Sorocaba constatou que desde de 2008 a empresa não envia ao Legislativo o número de pessoas por mês que são atendidas gratuitamente.
Duas empresas fazem o serviço funerário na cidade: a Ossel (Organização Sorocabana Empreendimentos de Luto) e a a Ofebas (Organização Funerária das Entidades Beneficentes e Assistenciais de Sorocaba).Existe rodízio entre elas para oferecer o atendimento gratuito. Cada dia é uma que faz o serviço. Elas são obrigadas a fornecer o caixão mortuário e transporte gratuito, velório e uma coroa de flores.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

CPI envolve prefeito de Bebedouro em fraudes

O relatório da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) instalada na Câmara de Bebedouro afirma que o prefeito João Batista Bianchini (PV), o Italiano, estava envolvido no esquema de fraudes em licitações de obras públicas do município.
O relator da CPI, Nelson Sanchez Filho (DEM), propôs a abertura de uma CP (Comissão Processante) com a finalidade de cassar o mandato do prefeito, além de remeter o resultado das investigações ao Tribunal de Contas do Estado. Agora, a Casa aguarda denúncia contra o prefeito para abrir a CP.
Segundo o documento apresentado anteontem, em depoimentos prestados à polícia na operação Cartas Marcadas e recebidos pela CPI, empresários revelaram o pagamento de 10% em comissões ao prefeito e a formação de caixa para futuras campanhas políticas de Italiano.
O relatório afirma ainda que o prefeito chegou a interferir nas licitações apontando qual empresa deveria vencer a concorrência. Por meio de sua assessoria de imprensa, Italiano disse que não iria se pronunciar.
A operação Cartas Marcadas, realizada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público em maio, prendeu 15 pessoas sob a suspeita de fraudes em licitações -cinco eram do alto escalão da prefeitura.