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quarta-feira, 14 de julho de 2010

Em Rio Preto, sindicato acusa saúde de esconder casos de dengue

O Sindicato dos Servidores Públicos de Rio Preto protocolou nesta terça-feira denúncias contra a Secretaria de Saúde da cidade. Um “dossiê” com 71 páginas contendo matérias jornalísticas e depoimentos anônimos de profissionais da saúde foi entregue ao Ministério Público Federal e a Promotoria do Estado. O documento sugere que a Secretaria escondeu o número real de casos de dengue registrados no ano. “Muitas fichas não foram enviadas ao Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação)”, diz Nancy Naves Carvalho, diretora do sindicato e membro do Conselho de Saúde, cassado pela Justiça a pedido da Secretaria de Saúde. O Sinan é usado pela Secretaria de Saúde do Estado para contabilizar o número de pessoas contaminadas em casos de epidemias.
O secretário de Saúde José Victor Maniglia, afirmou que as denúncias são uma reação a cassação do mandato dos conselheiros de Saúde.“É uma iniciativa de um grupo que usa o sindicato para defender interesses particulares. Não existe irregularidade alguma no divulgação”, afirma o secretário. No ano são 21.344 casos confirmados de dengue na cidade.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Com mais de 14 mil casos, Rio Preto bate recorde histórico de dengue

Rio Preto ultrapassou o recorde histórico de casos de dengue. De acordo com números divulgados nesta quarta-feira pela Secretaria de Saúde da cidade, são 14.138 casos confirmados da doença em 2010.Até então, o pior resultado em Rio Preto foi em 2006, quando 12.791 foram registrados na cidade. Foram 10 mortes ocasionadas pela doença, 96 casos com complicações e 53 que resultaram em febre hemorrágica. Outros 3.326 casos suspeitos aguardam resultado de exames.Casos suspeitos descartados somam 5,7 mil.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Faltam agentes de combate à dengue na região de Campinas

Faltam agentes de combate à dengue em cidades da região de Campinas que enfrentam epidemias ou muitos casos da doença este ano. É necessário um agente para cada grupo mil imóveis. Uma média de 20 a 25 casas visitadas por dia por cada fiscal.
Limeira é um dos casos mais críticos. São 29 pessoas trabalhando na função, quando seriam necessários 109. “Nunca passou ninguém na minha casa, apesar de eu saber dos cuidados necessários”, disse a ajudante geral Rosemeire Moreira. São os agentes que orientam os moradores sobre onde ficam os logradouros do mosquito Aedes aegypti, que transmite dengue.